Toda vez que eu a via, reparava nela por mais algum tempo. Chamava a minha atenção não só pela beleza, mas pelo jeitinho especial. Ela é bonita, mas havia algo mais.
Sempre me encantei pelas belas mulheres, e sempre fui traído por meus próprios olhos. Até tu olhos! Eu dizia. Não sei se era por causa do meu signo, ou por causa da minha vaidade, mas a verdade é que tenho um estranho senso estético, daqueles que se embriagam por tudo o que é belo.
Meus olhos são minha dádiva e minha maldição.
Mas com ela foi diferente, com ela aprendi a enxergar de olhos fechados, com ela aprendi a sentir, com ela aprendi a me permitir.
Lá estava ela, com a sua singela beleza e seu jeito especial a falar, e como ela fala! Eu escutava de longe, imerso em meus próprios dilemas, absorto de todo o resto. Mas escutando de longe, sentindo sua presença.
Oportunidades são assim, aparecem quando menos esperamos.
Ficamos, e ficamos, e ficamos. E fomos ficando, e ficando...
Derrepente nasceu, em algum momento dos nossos momentos, nasceu. E eu celebrei dizendo eu te amo. Estava grávido deste sentimento e não sabia. E ele nasceu, sem dor, sem medo, puro e belo.
Mas o pranto veio mais tarde, com o medo de perdê-la, de perder esse filho, tão lindo.
Mas quem disse que os filhos são nossos, eles são do mundo. Então ela foi para o mundo.
Ela é assim, mais linda que o sol quando nasce, uma beleza verdadeira, que transcende a vaidade dos meus olhos e mergulha fundo no meu coração. É linda, mas não é perfeita, nem as montanhas são perfeitas. É frágil, mas não demonstra. Às vezes ela cede. Se abre para eu entrar. Mas depois se fecha, como uma concha em busca de privacidade.
Não quero entendê-la, mas aceitá-la.
Sinto que ela me ama. Do seu jeito especial, às vezes gostaria que ela me amasse de outras formas, mas não sei bem quais, mas estou feliz por ser amado do seu jeito. E eu gosto. Gosto dela.
Sempre soube que havia algo mais.
Sempre me encantei pelas belas mulheres, e sempre fui traído por meus próprios olhos. Até tu olhos! Eu dizia. Não sei se era por causa do meu signo, ou por causa da minha vaidade, mas a verdade é que tenho um estranho senso estético, daqueles que se embriagam por tudo o que é belo.
Meus olhos são minha dádiva e minha maldição.
Mas com ela foi diferente, com ela aprendi a enxergar de olhos fechados, com ela aprendi a sentir, com ela aprendi a me permitir.
Lá estava ela, com a sua singela beleza e seu jeito especial a falar, e como ela fala! Eu escutava de longe, imerso em meus próprios dilemas, absorto de todo o resto. Mas escutando de longe, sentindo sua presença.
Oportunidades são assim, aparecem quando menos esperamos.
Ficamos, e ficamos, e ficamos. E fomos ficando, e ficando...
Derrepente nasceu, em algum momento dos nossos momentos, nasceu. E eu celebrei dizendo eu te amo. Estava grávido deste sentimento e não sabia. E ele nasceu, sem dor, sem medo, puro e belo.
Mas o pranto veio mais tarde, com o medo de perdê-la, de perder esse filho, tão lindo.
Mas quem disse que os filhos são nossos, eles são do mundo. Então ela foi para o mundo.
Ela é assim, mais linda que o sol quando nasce, uma beleza verdadeira, que transcende a vaidade dos meus olhos e mergulha fundo no meu coração. É linda, mas não é perfeita, nem as montanhas são perfeitas. É frágil, mas não demonstra. Às vezes ela cede. Se abre para eu entrar. Mas depois se fecha, como uma concha em busca de privacidade.
Não quero entendê-la, mas aceitá-la.
Sinto que ela me ama. Do seu jeito especial, às vezes gostaria que ela me amasse de outras formas, mas não sei bem quais, mas estou feliz por ser amado do seu jeito. E eu gosto. Gosto dela.
Sempre soube que havia algo mais.

Nossa meu amor..me emocionou e lágrimas nasceram de dentro de mim...a concha do meu coração já se abriu pra vc..já está dentro de mim..mais vivo do que minha consciência..te amo...cada dia mais...
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